Foto Marina Decourt

" A marionete é velha como o mundo. Renasce de suas próprias cinzas. É um novo ser que é preciso aprender a conhecer para amá-lo, e amando-o, aceitar e perdoar seus defeitos (ou o que pode parecer defeito ao profano). Ela é uma filha natural da poesia."


(CHESNAIS, Jacques. Histoire Générale des Marionnettes. Bordais, Paris, 1947)