" A marionete é velha como o mundo. Renasce de suas próprias cinzas. É então um ser novo que é preciso aprender a conhecer para amá-lo, amando-o para aceitar e perdoar seus defeitos (ou o que pode parecer defeito ao profano). Ela é uma filha natural da poesia. Todas as fadas do mundo compareceram ao seu nascimento, levando-lhe dons e honrarias. É imortal, embora habitando na terra e tendo sido criada para fazer os humanos esquecerem suas preocupações. Diverte as crianças, encanta as pessoas grandes, toca o simples, oferece um prazer delicado ao enfastiado e ao cético. É um jogo dos deuses, posto por eles na terra para nos lembrar a realidade do seu duro ofício e da sua modéstia."


(CHESNAIS, Jacques. Histoire Générale des Marionnettes. Bordais, Paris, 1947)

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